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Santa Casa tem três propostas de compra; veja quais são

Foto: Marcos Vergueiro/Secom-MT

Por Isabella Prado

Após sinalizar que não manteria a Santa Casa como hospital permanente, o governo Mauro Mendes (União) recuou e apresentou, na quarta-feira (11), uma proposta de R$ 25 milhões à vista para garantir a compra do prédio. O valor corresponde a cerca de 32% da avaliação judicial, fixada em R$ 78,2 milhões. Com a oferta protocolada, a Santa Casa passa a ter três propostas de compra.

A primeira foi apresentada em 13 de janeiro de 2026 pelo Instituto São Lucas, responsável pelo Hospital Regional Hilda Strenger Ribeiro, em Nova Mutum. A entidade ofereceu R$ 20 milhões, sendo R$ 15 milhões à vista e o restante parcelado em seis meses, o que representa pouco mais de 25% do valor avaliado.

O Instituto Evangelístico São Marco, com sede em São Paulo, fez a segunda oferta, no valor de R$ 40 milhões, com carência de 12 meses para início do pagamento em parcelas mensais fixas de R$ 500 mil. O montante corresponde a aproximadamente 51% da avaliação judicial.

A proposta do governo ainda será analisada pelo TRT. A comissão de credores já se manifestou sobre as duas ofertas anteriores, e o processo está concluso para decisão da juíza Eliane Xavier, responsável pela Coordenadoria de Apoio à Efetividade da Execução (Caex). Pela legislação, a União, o estado de Mato Grosso e o Município de Cuiabá têm, nessa ordem, direito de preferência na arrematação.

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), anunciou, no final de janeiro, que pretendia apresentar um lance de R$ 30 milhões, mas, até hoje (11) a proposta não foi formalizada oficialmente.

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