O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, e a primeira dama, Virginia, voaram até o Rio de Janeiro, no domingo (16), na aeronave do vice-governador, Otaviano Pivetta (Republicanos), para participar de ato convocado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. A manifestação pediu a anistia dos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro em Brasília.
“Nenhum recurso público ou avião público foi utilizado”, informou a assessoria do governador.
A comitiva mato-grossense saiu na manhã de domingo e voltou no mesmo dia. Não foi informado todos os passageiros do voo do vice-governador. Também participaram do ato o secretário da Casa Civil, Fábio Garcia, o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, além de deputados e simpatizantes.
Pivetta é critico de Lula e aliado de Bolsonaro. A ida do governador ao ato é apontada como uma sinalização estratégica para a campanha eleitoral de 2026, já que o foco do ex-presidente é eleger o maior número de senadores.
O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) criticou a participação do chefe do Executivo em evento com Bolsonaro e questionou sobre os custos associados à viagem do governador e da primeira-dama ao Rio de Janeiro.
Tarcísio usa avião do governo
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), utilizou aeronave do governo para ir ao Rio de Janeiro. O Governo de São Paulo informou ao jornal “Folha de S.Paulo” de que “a segurança institucional do governador, incluindo todos os seus deslocamentos e os meios pelos quais serão realizados, é de responsabilidade da Casa Militar, conforme estabelece o Decreto nº 48.526”.
Segundo o governo estadual, todos os deslocamentos do chefe do Executivo devem obedecer aos mesmos protocolos de segurança, independentemente de serem atos ligado diretamente ao governo ou não. “O planejamento dessas ações é pautado pelos princípios de eficiência e segurança do Chefe do Executivo”, concluiu a nota.
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