Universidade, cidade e memória regional
Para ler antes da semana começar
Selecionamos três colunas publicadas ao longo da semana para quem quer aproveitar este domingo (17) e recuperar o que ainda não leu: a reação da UFMT a um caso de misoginia entre estudantes, a presença da fauna silvestre no planejamento urbano de Cuiabá e as raízes da antipatia de sul-mato-grossenses por Mato Grosso.
Sônia Zaramella
Relatos e fatos, pessoais ou não, do passado e do presente de Cuiabá e de Mato Grosso.
A antipatia dos sul-mato-grossenses por MT se sustenta?
As respostas, nas redes sociais, de jovens e adultos a uma enquete recente feita numa feira agropecuária, em Campo Grande (MS), à pergunta: qual situação um sul-mato-grossense odeia?, motivaram a coluna da jornalista Sônia Zaramella.
Ela aproveitou a questão para revisitar a divisão de MT, que criou MS, e buscar entender as causas para a animosidade, conferida na consulta, estar ainda presente, no cenário atual, entre nossos vizinhos. Leia aqui.
Francisca Medeiros
Informações que unem o campo e a cidade.
Fauna no Plano Diretor de Cuiabá
Os animais silvestres se aproximam e circulam cada vez mais pelas cidades em razão da perda de seus habitats. E é uma relação quase sempre tensa, envolta, inclusive, em riscos para os dois lados. Como as cidades e seus planos diretores podem lidar de uma forma mais responsável com essa questão é o tema da coluna da jornalista Francisca Medeiros .
A coluna fala de adaptações necessárias, como os corredores verdes para conectar fragmentos de habitat e oferecer passagem segura para os animais na busca de alimento, abrigo ou reprodução . Leia aqui.
Adriana Mendes
Informações de política, judiciário e meio ambiente.
Lista infame
O caso de misoginia envolvendo estudantes da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) levou à suspensão de um aluno do curso de Direito, provocou protestos na instituição e passou a ser investigado também pelo Ministério Público de Mato Grosso. A apuração começou após a circulação de prints de uma conversa em que alunos faziam comentários misóginos e mencionaram a intenção de criar um ranking de colegas mulheres “estupráveis”.Leia aqui.
Em entrevista exclusiva ao eh fonte a reitora da UFMT, a professora Marluce Souza, afirmou que a universidade não vai tolerar assédio, violência ou misoginia. Ela explicou os procedimentos disciplinares adotados e revelo que a suposta lista não chegou à reitoria. Leia aqui

